terça-feira, 6 de setembro de 2011

O fim de semana passado foi, praticamente, passado no cinema. Como o tempo nunca é muito e nunca se sabe qual é o programa laboral do fim de semana seguinte, há que aproveitar e fazer tudo quando se pode. Vai daí e foram nada mais nada menos do que 3 filmes de em 2 dias.
Até aqui nada de especial. Especial mesmo é chorar em 2 dos 3 filmes vistos, sair da sala do cinema com um nó no estômago e ficar os minutos seguintes com aquela sensação de vazio, de que tudo pode e deve ser diferente e que, sim, a vida é tão curta, mas tão curta, que é ridículo não aproveitar tudo ao máximo e deixar para um depois que pode não vir a existir, porque há coisas que acontecem num segundo e que mudam tudo.
Foram, pois, "One day" da Lone Scherfig (já tinha chorado com o livro, sim, e o livro é bem melhor - são sempre-, embora o filme retrate o essencial), "Les petits mouchoirs", de Guillaume Canet (como eu adoro a Marrion Cotillard!) os responsáveis. O outro, bastante menos, "Assim é o amor", de Mike Mills.

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