sexta-feira, 29 de julho de 2011

Eu gosto de trabalhar e sim, sou portuguesa.

Se, aparentemente, são duas condições existenciais que não podem viver no mesmo ser humano, comigo acontece. Gosto de me levantar e ter um dia de trabalho pela frente (ainda que gostasse de me levantar um nadinha mais tarde). É importante ter a cabeça ocupada e sentir a aproximação do fim de semana e sentir o que são férias. Às vezes, gostava de ter um trabalho menos exigente, com menos pressão, como horários de gente normal, que não me desse tantas chatices e preocupações. Mas passa-me depressa que não sou máquina nem preguiçosa e gosto de pensar e de aprender. Agrada-me pensar sempre em novas soluções e achar que se pode sempre fazer melhor e que há maneira de optimizar aquilo que se tem, com um bocado de imaginação.

Por isso, lido mal com o desleixo, com os cafés que se arrastam com as conversas de correrdor, como deixar para amanhã e com o logo se vê. Não sei lidar com a falta de profissionalismo e sei que sou demasiado exigente. Pode não ser preciso tanto, é certo, mas já todos percebemos que uma das coisas que tem obrigatoriamente de mudar é o comodismo profissional que, aliado à falta de empreendorismo só nos faz andar a reboque.

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